segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

O FIM DA ERA DOS LOGARITMOS


O FIM DA ERA DOS

ALGORITMOS





Os algoritmos vieram ao mundo com o fim determinado de estabelecer as premissas de implante dos sistemas de dados, proteção, disseminação, criação de hardwares e software com base na linguagem desenvolvida por esta fórmula limitada de se apresentar ao mundo.

Digo limitada, porque suas vicissitudes decorrem do fato que ainda não há fortaleza digital que não seja intransponível, e, os ciber ataques, ou mesmo as próprias fraquezas dos algoritmos, em resultado mais precisos, decorre da visão linear porque não dizer cartesiana da linguagem de composição dos programas.

Não é uma questão de complicar criando novas fórmulas que vão acabar se traduzindo algoritmos mais complexos, substituindo anteriores; É uma visão decorrente do ponto de vista do que falta ainda a ser descoberto, e, sobretudo, do que falta ainda ser prestado de serviço à ciência e a humanidade.

Do ponto de vista histórico com relação à ciência, o protagonismo de inventos modernos em relação aos últimos 200 anos de história, gerando a perspectiva de, no mínimo, os próximos 200 anos que hão de vir, a história garante, assim como com o motor, o automóvel, o avião, o telefone e o computador, além das fontes das fontes e formas de captação de energia e produção de alimentos, além dos avanços  nos campos da engenharia, finanças, medicina e todas as demais área do conhecimento, temos como consequência que não se concebe o retorno a velhas formas de produção, até para garantir a existência, porque neste sentido sem evolução não teríamos como dar conta de garantir a subsistência de tanta gente.

Abro o aposto de fazer aqui a necessária mudança de concepção das atividades do estado, sua estrutura funcional, a nova partição de poderes, por formas conceptivas que levem além de bem comum o necessário entendimento de que sendo o Estado ficção criado e dividido em tempo que a grande maioria das populações sequer acesso à leitura, o Estado já não mais serve no modelo de três poderes constituídos, porque são falhos. Neste particular, torno concebível o aposto pelo que penso será a nova etapa evolutiva das ciências tecnológicas, após o fim da era dos logaritmos.

Digo que a era dos logaritmos tem seu pré-determinado em razão de não satisfazer por completo, com limitação já previsível para fins de evolução na concepção da leitura em relação ao cosmo, da visão da terra pela terra, da visão homem pela terra, e, o que mais importa a visão do homem pelo homem.

As dinâmicas de evolução da era logarítmica levaram ao invento por exemplo, da impressora 3D importantíssimo invento para a vida na terra, com uso de suas possibilidades, ainda em fase embrionária, porém quando tratamos de vida, e sua mutabilidade damos conta do fim da função de logaritmo da sua inevitável limitação.

Os logaritmos científicos mais evoluídos, citando como exemplo, no campo organizacional, os avanços da IBM em matéria de previsão comportamental, mesmo assim deixam a desejar no que tange a falta de evolução da percepção evolutiva.

Basta ver que a alimentação de dados se dá de forma experimental, seus resultados são previsíveis em virtude dos experimentos, e, somente trarão resultados seguidos os experimentos, portanto são referência de experimentos, não de realidade não experimentado, sob o ponto de vista da ótica organizacional.

Até ai fácil seria argumentar que as estruturas organizacionais analisadas dão resultado não precisando sofrer modificação no radical estrutural, mas se olharmos sob a ótica do radical e seus resultados sob o contexto geral, teremos que a humanidade evolui levando em conta padrões que servem a imensa minoria que tem acesso aos bens consumo da vida na terra. Deixando de lado, a muito maior em imensidão, maioria que está de fora da vida em relação ao acesso a produção, de bens consumo serviços públicos de qualidade, ficando esta maioria, sujeita a experimentos de natureza química, biológica ou da guerra, como se fossem sub-raças que pudessem ser inferiorizadas em favor da minoria antes aludida.

Quando se leva em conta tanto evolução e não se chega como resultado a equação de bem viver em favor de toda a humanidade, por conta de falhas dos algoritmos, e sua inevitável incapacidade de resolver problemas globais, como o superaquecimento da terra, efeito estufa, desalinho da órbita, teremos que passar a analisar para poder entender da milionésima partícula ainda não analisada a maior de todas as estruturas que abriga a vida, temos que modificar o campo de visualização, ampliar o leque perceptivo, passando a incrementá-lo com os elementos faltantes, os que cobrem a área de visão que falta e, ao mesmo tempo, os que importam em análise simultânea do todo evolutivo de corpo ou partícula analisada.

Nossa ótica tendo sido distorcida, isto porque a ótica mesmo a de 3D não preenche todo o campo visual, porque resultado da visualização de ângulos retos sobrepostos diversos da real visão de fundo, e, sobretudo, sua própria dinâmica, o que, em si, é inconcebível, no sistema lógico dos algoritmos, por isto seu fim é inevitável.

Os novos computadores, que farão parte dos próximos 200 anos de evolução terão em conta o fato de que o sistema concebido com ótica real não admite cópia ou fraude, de modo o algoritmo também encontra aí sua limitação, não pulsa, e, os novos computadores, não levarão em conta somente o pulsar, mas as consequências deste pulsar.

Por exemplo, na identificação biométrica, as identificações do sistema financeiro que servirá ao sistema de identificação, de fronteiras, etc. leva em conta self, pontos biométricos, que de alguma maneira, poderão ser adulterados, porque nada mais são do que algoritmos definidores de acesso.

No sistema que será o substituto dos algoritmos, a visão que importa, é visão a partir do 3D real, com dimensão de raio de luz, com ponto sensível e mutável, transposto ao receptor 3D de modo que uma pessoa que tenha 18 anos, possa ainda aos 80 ser compreendida como sendo a mesma pessoa, coisa que o sistema de algoritmos é incapaz.

Deste modo, como notícia positiva para o limiar de 2016, e, para ficar na memória já para o ano de 2017,  fica aqui a certeza que o sistema de computação por algoritmos tem seus dias contados, mas, o que é certo dizer, é que, pelo novo sistema, as cópias não autorizadas deixarão de existir, a incerteza da invasão de dados, deixará de existir, o hacker deixará de existir, quem ficará será quem usar a inteligência para proporcionar meios de otimizar e equacionar os gravames problemas de desigualdades na terra.

Não é difícil, e, a contribuição dos algoritmos levou, como em tudo na história seu papel fundamental na evolução até o presente momento, quando vier o novo sistema, não haverá depois de pouco tempo, nem lembra dos algoritmos e seu complexo sistema de linguagem que acabou limitando a vida na terra.

Brasil, 26 de dezembro de 2016.



Hélio Barreto

heliobsf@terra.com.br  
Ps.: em 27 de dezembro:
ontem por pressa injustificável, acabei por concluir sem o arremate dos efeitos de alerta e financeiro sobre o fim da era dos logaritmos, o primeiro diz respeito ao grau evolutivo da nova descoberta de concepção de linguagem realizada e ajustada de forma multidimensional, não dimensionável em função de logaritmo, de onde se extrai que fortunas gastas com criação de logaritmos não mais servirão a este propósito que será inclusive reconhecido que esforço avesso ao universo criativo; e, na mão de viabilização de empregos, tendo em vista os inúmeros desempregos que causarão, os efeitos dos novos empregos, para novas dinâmicas de produção de bens consumo e duráveis, sob novo enfoque qualitativo trarão a serventia a estas mão de obras que logo serão perdidas, e, por este motivo, este artigo serve de alerta para que estes gênios mantenham a cabeça aberta, porque esta será sem sombra de dúvidas a indústria do porvir e do bem servir.
Ps 2.: em 28 de dezembro
Ontem acabei sendo interpelado por eventual ausência de originalidade, além disto me lembrei da questão dos códigos de vida passarem a serem os códigos de leitura e transmissão de dados criação de softwares e hardwares, levando em conta dimensão tridimensional evolutiva, e, em relação à ausência de originalidade, meus artigos anteriores, que revelam que os óculos não são necessários ao trato tridimensional, o que se precisa é o controle de ondas de luz com emissão e recepção de dados, com comandos, em espaço plano, temos a solução das limitações das variáveis logarítmicas de modo que fiquem completamente fora do sistema atual de criação de linguagem computadorizadas, que, nada mais são 1quqe representação do tridimensional no espaço cartesiano, o máximo que se executa no plano de fundo, é estabelecer medidas de fundos colocar o plano de fundo em novo espaço cartesiano, de modo que a criação nada mais é do que ilusão de ótica operacional, diversamente da realidade com concepção e aceitação do trato de fundo em ambiente aberto que exclui a falta de originalidade, não confundam o ambiente holográfico com óculos com este novo tratamento sem óculos, o que é objeto de meus textos muito antes dos óculos, residindo aí a originalidade, do que agradeço a contribuição recebida para o devido esclarecimento. 
Ps3 em 29 de dezembro de 2016. A grande sacada do projeto é a absorção do tamanho de ondas de luz, modulação e transmissão com recebimento de dados, de modo enviar comandos via ondas de luz moduladas, a partir do ponto de geração ao objeto gerado pelo tamanho de onda projeto gerar o sequencial de comandos, de forma diversa aos óculos, porque serão recebidos em pontos específicos, que serão novamente projetados da mesma forma. Na observação tridimensional de pessoas, nas áreas, médicas, desportivas, de engenharia, televisiva, religiosa, cultural em qualquer nível o ser humano vai poder passar a estar em feixe de luz ativo, com possibilidade de exercer comandos sem óculos, em programas de auditórios, partidas de futebol, peças de teatro e shows, ser visto e interagir neste ambiente, de modo que nos programas logaritmos estas variáveis, por sua própria limitação não possa ocorrer, enquanto na nova linguagem vai ser o fato essencial a esta dimensão poder começar a ser usada.
Ps4 em 30 de dezembro:
Imaginem reuniões normais de trabalho, estudos ou científicas, assembleias de deputados nacionais ou internacionais, eventos científicos, procedimentos cirúrgicos reunindo os melhores cirurgiões para resolver problemas unitários de repercussão ou de ajuda em que comandos ou braços cirúrgicos serão comandados do  outro lado do globo e, em todos estes exemplos a presença da pessoa de forma virtual é tão real que poderá realizar comandos, ser filmada, para registrar presença realizar voto, não por monitor, mas pela imagem holográfica tão condensada e gerada de pontos de captação 3D em movimento com acesso de comandos à distância hoje impossíveis de ocorrer na linguagem holográfica de logaritmos, até porque o que ocorre é o necessário uso de óculos que simula realidade virtual por concentração de ambiente não de ondas luminosas com transmissão e recebimento de dados como este projeto anuncia que não demora começará a ocorrer.


Ps. 5 no blog em inglês em 31 12 16


Ps. 6 A quebra da concepção enganada em postulados em 1º de janeiro de 2017


A pergunta que faço remeterá ao primeiro erro de concepção de postulados, para poder avançar no projeto, e tem a haver com pontos de vista equivocados: Se tem em conta que a reta é a curva de raio infinito, e, que a luz pode fazer curvas mas não pode ser limitada, no primeiro conceito temos que a quebra de conceito ocorre no exato ponto em que no círculo os dois extremos se encontram, partindo o ponto de observação deste exato momento, não haverá como ser sustentada a tese da reta ser a curva com raio infinito, o que proponho é a visão e formulação de conceito a partir não da singularidade de momentos pontos, mas da dualidade dos dois pontos se encontrando em relação ao círculo, limitando o próprio círculo; do ponto de vista da luz, a limitação até hoje conhecida em ótica é a sombra, por isto sua falta de limitação, através da luz hoje já se sabe que se pode emitir e receber comandos eletrônicos, mas sua limitação não é a sombra, se seu fim for analisado pelo encontro com mesmo ponto de luz, podemos reverter o conceito de fim, e, traduzir o tamanho da onda de luz por seu fim não escuro, mas de luz, diante deste novo paradigma, a luz ambiente pode servir de referência ao fim da onda de luz, e com isto ocorrer a limitação da onda de luz, preenchimento com pontos de imagem, retransmissão da imagem em situação de movimento em ponto distante, assim, a figura holográfica preenche papel não somente de luz, mas de agente de comandos a distância, se forma em qualquer ambiente, e, neste sentir, nova formulação de equipamentos óticos com espectro eletrônico, deve ser empreendida, o que virá adiante...


Ps7.: em 02012017 – Os novos instrumentos óticos


Agora eu tenho que deixar claro que o ambiente restrito é a chave desta etapa, até porque a implantação não pode ser copiada, nem hackeada, por isto aviso aos navegantes, não há como copiar o anteprojeto antes da implantação, não está em meio eletrônico acessível. Dito isto, só posso dar algumas dicas de como a visão eletrônica vigente está distorcida e poder ser corrigida; os padrões óticos sugerem que os campos dimensionados por um único instrumento de captação não aderem ao 3D, com dois em diante você adere ao 3D, porém para reproduzi-los você precisa restrição da limitação do ponto final de luz, o quadro, os óculos, ou quatro fontes de luz apontando para o mesmo objeto realizando o holograma, destes pontos, o ponto comum é que os pontos de dados continuam sendo em dimensão cartesiana, dizendo ao ponto luminoso que não tem capacidade nem de agir nem de interagir, afinal, como fazer com que o ponto ótico em seu limite de ação aja ou interaja de modo que a distância possa ser visto agindo e interagindo sem óculos nos comandos eletrônicos. A resposta está não nos pontos óticos somente, mas igualmente nos pontos eletrônicos, criados de modo linear com realidade tridimensional irreal, mas efeito ótico dimensional com sensação tridimensional, ou seja,  mera projeção, quando a concepção para o instrumento ótico parte do instrumento eletrônico tridimensional real, se transporta o campo tridimensional eletrônico para o campo ótico eletrônico, a sequência de comando será compreendida nas dimensões que foram criadas, por exemplo, quando você capta a imagem de duas pessoas em três dimensões, de modo que os comandos interajam, você vai ter como resultado duas pessoas casadas que estão distantes, criando no holo espaço o momento conceptivo, de modo que esta imagem da interação entre ambos possa ser vista no espaço holográfico de ambos ou ser projetada ou gravada, de certo modo, o momento conceptivo passa da etapa do não sensível a instrumento de comando sensíveis de luz, com sensação agregada de calor, de modo que, nos pontos sensíveis possa ser tangível, assim como receber comando, luz recebe e transmite calor, basta saber controlar os comandos a variações de cores nos pontos terminais, assim como realizar outros comandos que podem ser recebidos em outras aplicações nas formas antes já mencionadas, como em cirurgias, por ações de comandos aos instrumentos cirúrgicos, a questão final, é transformar formas de dissipação de luz macroscópicas em instrumento de recepção e retransmissão óticos com comando minúsculos adaptáveis em seu aparelho telefônico celular, sem haver perigo de sobre aquecimento e aí é que vem o projeto ...

Ps. 8 em 030117
Hoje terei que abordar a questão das exigências aos instrumentos óticos para emitir ondas com transmissão de dados, e, nos extremos serem capazes de receberem de outros pontos luminosos comandos eletrônicos, a questão da elaboração dos princípios óticos gerais está a limitar a percepção da capacidade de ação de ondas na geração de comandos eletrônicos, os comandos eletrônicos hoje gerados e dispostos em sinais de luz constantes de óculos, levam em conta a ampliação do ambiente de computador para o ambiente de óculos, que tem em conta a limitação das ondas pelo reflexo dos óculos, com isto fica criado o ambiente limitado, de forma mais recente foi criado o óculos transparente, mas assim o uso de óculos de hoje para a realidade tridimensional continua sendo ilusão de ótica, nos fenômenos óticos da reflexão, difração e difusão temos o entendimento do que ocorre nos óculos, aliado a projeção para captação de dados por câmaras, ou seja, a projeção em campos cartesianos integrados, porque funcionam em ambiente limitado de realidade 3D é o que ocorre no ambiente dos óculos, limitando a ação do usuário que somente pode fazer uso dos fenômenos eletrônicos com o uso dos óculos criando no ambiente interno dos óculos projeto no ambiente em que está sua imitação de modo a criar no ambiente limitado espaço maior de ação, na perfeita integração entre ótica e eletrônica, apenar limitada pela limitação da compreensão da capacidade ótica em transmissão e recepção de dados, daí que os instrumentos óticos que agora existem não estão aptos a realizar a transmissão de dados em ambiente aberto porque concebidos para ambiente com limitação de luz para ação de transmissão de dados eletrônicos, deste modo, o que não está sendo colocado em conta é o fato de que além das ondas poderem realizar curvas, apesar da sua aparente falta de limitação, podem ser controladas sem a fixação de ponto de ilusão, ou seja, serem condensadas nos pontos que definem o objeto a ser observado e retransmitido, e, deste objeto tornar hábeis nos pontos terminais do objeto mais aparente, a captação de dados, o que ocorre em ótica, a partir desta percepção é tornar a onda luminosa capaz de se integrar e interagir, de modo que nos pontos em que se encerra transmitir e receber dados, fato que inexiste instrumento ótico capaz de realizar e este projeto de propõe a construir e implementar nos usos que já foram antes definidos
Hoje por exemplo, tive esta foto para representar parcialmente o que falo (link:   http://tacticalinvestor.com/snap-updates/   )
O link não expressa meu interesse na imagem, mas sua reprodução tem relação com o sentido de ondas de luz reproduzirem frio e calor, para tornarem os pontos terminais de condução eletrônica de ação e reação sensíveis, no caso da imagem que é ilustrativa, o ponto de frio em azul se contata ou conecta com o ponto de calor, a grande gama de variações de pontos de frio e calor que podem além de se tornarem sensíveis serem pontos de toque de modo a obedecer comandos é exatamente o avanço tecnológico que está por vir.

Ps9.: em 04 de janeiro de 2017

Os fenômenos óticos estudados da exclusão de Pauli, de Wolfgang Pauli, que em 1925 afirmou em síntese que dois férmions idênticos não podem ocupar o mesmo estado quântico ao mesmo tempo, tem seu estudo voltado ao resultado de instrumentos óticos limitados, descritos de forma linear portanto não guardam verdade cientifica para instrumentos óticos tridimensionais, digo porém que este estudo deu evento a série de outros estudos, e estabeleceu premissas científicas valiosas no campo da física ótica, como o estudo dos extremos térmicos, resultado do estudos estatísticos de Maxwell-Boltzmann que se refere aos extremos de frio e calor como negligenciáveis para efeitos de padrões, em razão da impossibilidade real de captação de efeitos, mas importantíssimo para estabelecer limites dos instrumento óticos tridimensionais com ação térmica e transmissão de dados de forma tridimensional objeto deste projeto, em ambiente aberto, que exclui o efeito reflexo da projeção, requerendo melhor estudo da modulação e condensação de ondas, feitos no condensado de Bose-Einstein em que bósons próximo ao zero absoluto de temperatura, tem o estado da matéria quântico da matéria em condições de ser observado, novamente, sob efeito de projeção e reflexão de ondas de luz por instrumentos óticos não tridimensionais, com limitação clara ao ponto observado, apesar de estar sendo observado por observadores naturais que enxergam em três dimensões, os instrumento óticos utilizados são observadores de frente e fundo se o efeito ótico da luz ao redor para o fim de descrição tridimensional, a limitação do espaço eletrônico é o breu e sua transmissão por espelhos, que dá efeitos reflexos, que apesar do esforço de escalar os dados pela percepção mesmo nos microscópios eletrônicos, tem no ponto focado a observação bidimensional que limita os estudos; de outro modo as estatísticas de Fermi Enrico Fermi e Paul Adrian Maurice Dirac, que rege as partículas do semmi-inteiro, os antes referidos férmions, temos ainda os estudos de modulação, que forma integrada aos demais estudos vai fornecer subsídios de limitação dos instrumentos óticos ora existentes, a necessidade de observação do ponto observado, a partir do próprio ponto em movimento tridimensional, de modo a dimensiona-lo de maneira diversa, traduzindo em novas formas de buscar, a imitação de seus resultados, traduzir em invenção de nova forma de captação da imagem em movimento, sua limitação não sob efeito do breu mas de sua modulação e condensação tridimensional, resultando em concentração de luz modulável e controlado funcionando como instrumento de transmissão de dados em três dimensões em ambiente aberto.






Ps. 10 em 05 de janeiro (referências aos textos em inglês do blog copiados com autorização ontem)

Ontem iniciei debate que acrescentei argumentos de artigos poderosos de caráter científico e de livre pensar seguindo silogismo científico, para envolver nomes com de Newton e Einstein, me atrevi em seguida conclui que não estava só, e, não estava me atrevendo em desvendar mistérios inconclusos da ciência, que, por mais que tivessem sido declarados por cientistas incontestes e celebridades, havia a necessidade de esclarecer o que aparente se divisor de águas, mas é mero complemento de informações para efeitos de avanços científicos de questões fundamentais para a evolução da humanidade.

A questão da limitação está diretamente ligada aos instrumentos de análise e percepção e sua forma de relatar, que nos leva a detectar que os instrumentos de análise são como quem analise o veículo em movimento do ponto de vista externo e, por mais que o ponto de vista interno tivesse tido interesse de relatar como o relato e disposição funcional é cartesiana, apesar da previsão de plano de fundo, não age simultaneamente, limitando a fórmula da equação encontrada; de outro modo, visto o veículo em espaço tridimensional simultâneo dos pontos de vista do condutor, de quem assiste gerando nova forma de dispor equação tridimensional em movimento os pontos envolvidos do ciclo de movimento realizado resta completo; na aviação algo semelhante já existe, mesmo assim, com o espaço sendo analisado por pontos que não se mostram tridimensionais, alguns cientistas aeronáuticos tem declarado, que em casos de excesso de movimento, no caso de Portugal, o não acontecimento de maiores sinistros se deve a intervenção sempre amiga de Nossa Senhora de Fátima.


Hora a ciência precisa de respostas segundo os quesitos que formula, e, o que está acontecendo, por fala de instrumentos óticos adequados, por exemplo, nos centros de controle de voo, e, nos aviões os espaços holográficos são oportunidade de avanço, porém os instrumentos óticos que dão a capacidade de não haver cometimento de erros, não captam de maneira tridimensional as imagens, fazem por sobreposição de imagens, daí que os quesitos formulados não serão completamente respondidos.


Desta maneira, nem Einstein nem Newton nem ninguém poderia formular teorias com os aparelhos óticos existentes que representassem óticas tridimensional evolutiva em tempo real, sob todos os prismas que não tinham a oportunidade de usar por inexistência ao tempo da criação de seus postulados, daí a razão necessária de evoluir os conceitos, que agora já se mostram com necessidade de serem adequados.


Ps. 11 em 06 de janeiro de 2017


Os pontos de partida do objeto a ser visualizado, quando se tem em mente a visualização em três dimensões têm como referência inicial o modo como o cérebro processa a captação de imagens gerando a sensação de frente e fundo além das demais sensações, criou-se a ideia de que o córtex cerebral e seus relacionados processam de tal maneira a imagem capturada que desnecessário se torna a necessidade de dois olhos, posto que com apenas um tudo se enxerga, porém nem tudo se vê.


Enxergar e não é aparentemente errado dizer, mas o sentido que admito ao uso errôneo da linguagem é buscar a real intensidade de visão do objeto focado na diferenciação entre o objeto visto com dois olhos, um olho em relação ao processamento cerebral da imagem.

Estamos diante da possibilidade de Deus não ser o olho que tudo vê, mas ser os olhos que tudo enxergam, ou seja, quando o processamento da imagem no cérebro realiza a captação em três dimensões e igualmente o faz com dois olhos ou um, o que realmente pode haver de diferença no processamento da captação da mesma imagem nas duas situações, a resposta remeterá aos quesitos deixados de lado na criação dos instrumentos óticos ora existentes em relação aos que virão, e, neste sentido vem de imediato outra resposta que decorre das afirmações anteriores, e, ainda mais intrigante, não se torna o breu em três dimensões da captação de imagem pelos olhos, o ponto definidor do limite da imagem tridimensional como é o caso dos óculos na imagem holográfica, assim, se não é o breu que define o fim, igualmente não se pode dizer que o limite da luz do objeto não exista, ou seja, você enxerga uma pessoa integralmente não porque seu objeto fica limitado à existência de breu ao seu redor para definir os limites corporais da pessoa, nos novos instrumentos óticos, esta capacidade tem que ser incorporada, e, assim poder ser captada, gerada em meio eletrônico e transmitida a imagem holográfica a imitação da sensação humana de luz.
Os pontos luminosos definem muito mais do que os pontos de breu, e, seu limite bem como sua direção são de fundamental importância, seguir os pontos luminosos em tempo real é tão importante para as ciências como é para o homem na história, por exemplo da saga dos três Reis Magos, Balthazar Melchior e Gaspar, foi o sentido de captação dos pontos luminosos que deu a direção, particularmente da Estrela Guia, para encontrar o Menino Deus. Neste ponto, por respeito aos colegas que não acreditam em Deus ou em religião peço somente a limitação do exemplo à referência do trajeto de ponto de luz identificando a direção, o caminho ao objeto que dá sentido à existência, nossa saga na humanidade busca a verdade no ambiente de luz, e toda as vezes que as sombra limitarem os avanços da ciência quem perdeu foi o próprio ser humano, neste ponto afirmo que mais do que buscar vaidades, ou limitações decorrentes do incorreto endeusamento de autoridades científicas precedentes, tem a ciência a missão de continuar os avanços científicos da encontrados na imagem holográfica, dando a mesma o real sentido útil que pode definir o homem como agente de transformação da realidade da terra, varrendo as misérias humanas da ignorância que nos rodeiam. Por fim a limitação do espaço holográfico por  óculos sem a interação de imagem holográfica recebendo e agindo com comandos eletrônicos é tão perniciosa que em questões vitais, como as de decisões aeroespaciais, como a que ocorreu no acidente do avião da Chapecoense, se tivéssemos já em operação nas torres espaços holográficos, com captação de comando eletrônicos a transmissão de dados do avião a torre e sua visualização pela imagem holográfica permitiriam a visualização com maior precisão da escala de prioridades, em razão de terem as torres acesso a informações como capacidade de carga, combustíveis, problema técnicos, avarias, etc, tendo o tempo de resposta em diferenciação de milésimos de segundos, poder salvar vidas inocentes, e, se transportamos em escala para outros acidentes ou mesmo aos que quase ocorreram sem necessidade como o desvio do avião do Russo do trajeto do avião da Otan noticiado ontem, teríamos ambiente muito mais seguro no espaço aéreo, com a palavra, além das demais autoridades aeronáuticas a FAA, continua...
Ps12 em 07 de janeiro de 2017
Opacidade e embaralho são fenômenos óticos de proximidade e distanciamento do observador ao objeto, por mais que se tenha em vista o objeto, para este fim, o fenômeno interno do observador, ocorrendo não só em quem enxerga, mas em lentes também, indicando-se em contrapartida de sua correção nitidez, brilho, etc..., neste sentido, o que  não se pode deixar de levar em conta, é que o objeto e sua relação de imagem no ambiente externo ao do observador, não mudaram, não variaram, ou seja, não há distorção, embaralho ou opacidade da relação de luz, das imagens, como consequência. Ou seja, quando se pretende observar os instrumentos óticos existentes, todos sem exceção buscam corrigir o erro de visão, deixando de lado o fenômeno propriamente dito da limitação de onde a imagem se torna turva, como fenômeno de delimitação da imagem e da luz sem breu, de modo a tornar o ponto observado finalizado por geração de imagem ou luz captada externamente no ambiente interno do observador, ou seja, se deste ponto de vista, em três dimensões ocorre a limitação das ondas de luz, o fenômeno dos instrumentos óticos tridimensionais parte deste mesmo pressuposto, ou seja, o fim, a distorção da imagem captada, ao invés de ser o ponto a ser corrigido, passa a ser visto como o ponto a ser delimitado, e, desta forma, a delimitação nos pontos anteriores a distorção total, passam a ser a necessidade ainda não presente nos instrumentos óticos ora existentes, como na primeira imagem que trouxe por cópia, o me chamou a atenção na imagem foi exatamente seus pontos extremos, captado por um desenho, que, muito embora tenha as limitações da ausência de fator tridimensional para este fim, indica a existência deste, e, sobretudo, que nenhum instrumento ótico hoje se existente se ocupa deste limite, e, com isto, e, como resultado direto, o espaço holográfico fica diretamente ligado ao fenômeno do breu ou truques de reflexo de imagem, capta, mas não transmite nem recebe dados, porque é falso, mera ilusão de ótica, fato que nunca gerará o avanço no campo ótico ideal para trabalho, mesmo  nas inovações tecnológicas citadas no noticioso "negócios" de Portugal a IBM avança cientificamente em muitos instrumentos de natureza ótica, porém como os instrumentos contém este defeito de origem, simplesmente neste particular ainda não há avanço, infelizmente, inclusive, ao utilizar os logaritmos e sua óbvia limitação, se auto determina em 5 anos futuros de avanços, recomendo cuidado, porque os instrumentos indicados representam sim avanço, porém estão com os dias contados, por sua clara limitação científica no campo da ótica e captação de imagem com transmissão de dados em tempo real em ambiente externo, o que limita a ação nos campos que já citei neste blog, e, que são extremamente carentes de desenvolvimento científico e tecnológico.
(link:
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe/as-cinco-invencoes-da-ibm-que-podem-mudar-as-nossas-vidas-em-cinco-anos?utm_campaign=Newsletter&utm_content=1498474659&utm_medium=email&utm_source=tecnologia_ativos_2

)


Ps13.: em 08 de janeiro de 2017.

A ação da velocidade e do tempo sobre a função logarítmica, mesmo nas dimensões em que as funções logarítmicas agem em relação a sua dinâmica da velocidade e do tempo, fica clara a sua limitação quando de lidam com variáveis não dimensionados na função, os pontos fora da curva, ao invés de cientistas reconhecerem a limitação da função na forma com que foi concebida, expandindo o conhecimento, em decorrência de comandos invasivos de produção, econômicos ou financeiros, após a ocorrência de ditos pontos, a resposta é de que referidos pontos não teriam como serem calculados, dimensionados  ou previstos, isto se estende para todos os campos do conhecimento, inclusive da crises financeiras geradas pelos “lobos de wall street”. Com a ocorrência de ditas variáveis, “se intrometendo” nas funções os resultados dos empreendimentos não fica de todo comprometido, porque previamente calculado como possibilidade da danos eventuais, que terão como serem dimensionados de forma isolada, inoculando o veneno, e, a produção não parar ou significa novo aparelho secundário a iludir a grande população de que a nova criação suprimiu os erros dos ditos pontos fora da curva.



Ditos pontos em verdade inexistem, mais do que isto, as fórmulas de suprimento das variáveis, são as mesmas anteriores, geradas a partir do ponto em que a variável ocorreu até o sinistro, o que, em síntese não explica o sinistro.

No campo das finanças as captações maliciosas de clientes, como a necessidade de ter agente novos para captá-los, decorre da necessidade de ser mantida os ditos pontos fora da curva sob controle, porque uma vez que a variável ocorra, ditos novos investimentos vão gerar os mecanismos financeiros de controle de danos.

São meras ilusões que maquiam a verdade por absoluta falta de controle de variáveis, aliás, são falhas que comprometem ou expõe as verdades do todo, e, para isto tem servido de correção de rotas.

Mas na verdade, e, verdade mesmo, quando se tem em conta a seriedade da produção, administração de bens, de consumo e programações macroeconômicas, mesmo com a percepção limitada das ditas variáveis de pontos fora da curva, todos estes pontos são antes dos empreendimentos, imagináveis, de modo que, o que existe em modelo de produção econômica é o quanto vai gerar de lucros, quais serão as perdas e como controla-las, não como evita-las.

O fato de poder ser evitado o prejuízo por fórmulas mais abrangentes delimita o lucro mas elimina as variáveis dos pontos fora da curva, quem não sabia as consequência de investimentos por bancos em garantias inexistentes quando ocorreu o problema na Europa. Ou que, como no caso das swaps, não haveria como qualquer ser humano suportar referida capacidade de endividamento  que só maquiou números de balanços comerciais, como no caso do Novo Banco em Portugal, com grupo que justamente tem esta prática como histórico, de ganhar muito e vender o mais rápido que possível  como único interessado pelo caderno de resolução.

São modelos falidos e previsíveis, tratar os investimentos como jogo e não entender a dinâmica da vida, e como tirar melhor proveito delas, sem dizimar famílias, que buscam a segurança de seus investidores, não há controle eficaz sob o resultado das captações financeiras, porque as fórmulas logarítmicas que regem a matéria não acompanham as variáveis do movimento de capital, necessitando, em razão dos movimento bruscos de correções de rotas da previamente estabelecida e ditas como macroeconômicas para justificar falhas, que na verdade são a arapuca montada para pegar incautos.

Ps14. Em 09 de janeiro de 2017

Há necessidade de ser justo oferecendo o contraponto dos avanços tecnológicos que diz respeito aos comandos realizados em terra de aeronaves ou drones em situações civis e militares, nestes últimos os comandos também se estendem a espaçonaves e petrechos de guerra  por artefatos, de envio da armas de natureza química, biológica, nuclear ou científica para captação de dados, e, como sou de natureza aliada à busca incessante de solução pacífica de conflitos, tenho em mente que a história de humanidade deixou feridas quase impossíveis de serem tratadas por diálogos se não houver boa vontade.

Acontece que estes inventos têm em comum a possibilidade do uso mais avançado da ciência física com o uso de logaritmos em relação aos comandos eletrônicos em espaço não holográfico, mas que em tempo real e com velocidades que chegam em alguns casos a romper a barreira do som, com o uso de comandos em terra, os referidos inventos realizam o que seu comando deseja, seja de caráter investigativo ou militar, e, o que mais importa, em caso de a missão ser abortada o tempo de resposta atende todos os anseios de paz até sua última tentativa.

Neste campo a ciência avançou ao seu limite e qualquer avanço hoje será somente de precisão no campo militar ou civil, e, neste ponto, os objetos que transmitem a imagem captadas por seus enviados, sempre terá imagens geradas por uma ou mais câmaras gerando imagens por dimensões cartesianas que integradas geram imagens tridimensionais não tratáveis.

Ou seja, o campo das ciências espaciais, se precisa avançar, ao lado da questão que antes coloquei das torres de comandos, somente precisará, se for o caso, captar imagens realmente tridimensionais e trata-las da mesma forma, somente para precisar de forma mais certeira o objeto a ser analisado ou dirigido evitando efeitos colaterais, ou dirigindo suas missões para objetos diversos dos realmente ansiados.

No campo das guerras, as informações de campo são detalhes vitais para o direcionamento de modo que, a limitação da atividade de identificação do objeto voador é menor, havendo maior chance de erro por envio de dados de campo do que do rumo e direção dados no lançamento.
Nos lançamentos imensas equações referentes aos dados de campo garantem o sucesso das empreitadas para efeitos de pesquisa ou bélico, todavia, esta imensidão de dados logaritmos de fossem dimensionados em equações tridimensionais levariam menor tempo de cálculo e menor quantidade de informações não úteis para somente concentrar os dados em ser o objeto espacial dimensionados de forma tridimensional, e, destes dados ser alcançados o espaço em dimensões de direção igualmente tridimensionais, diminuindo o campo de obtenção de resultados não desejados e com isto diminuindo perdas de fabrico.

Ps.15, em 10 de janeiro de 2017.
O que não se vê e deve ser visto:
Partindo do pressuposto que algo está faltando nas ciências, por exemplo na questão do que é visto nos microscópios eletrônicos de alta precisão (volto ao tema por necessidade de nova fundamentação), sempre que as ciências investigam sequencias de dna, e, das sequências desenvolvem-se novos argumentos por novas descobertas realizadas, a pergunta que fica faltando é: o que faltou entre o que foi recentemente descoberto e não foi visto anteriormente, o que caminho perseguido está nos relatos e fundamentos, mas o que proponho aqui é semear não a discórdia, mas a boa dúvida para fins de desenvolvimento no que tange a questão fundamental que lanço, de onde se deixam de lado argumentos nos postulados, e, depois novos postulados são firmados, sem haver a preocupação mais gritante, onde a ciência falhou?
Quando se leva em conta crendices populares, como o prego na laranja para o crescimento do nível de ferro de quem toma o suco, e, as ciência agrícolas revelando por suas pesquisas não haver razão lógico científico para o efeito causado, estamos diante de uma realidade consequente sem causa aparente, e, por mais que se queira deixar de lado a questão, dois pontos de observação não são devidamente analisados, o da laranja e de quem toma o suco.
Há médicos que defendem o aumento bem verdade, mas fundamento científico ainda não há; e, em não havendo postulado válido, o que dizer do debate entre a bandeira da erradicação da fome por produtos agrícolas geneticamente modificados e os que defendem a não ciência de possíveis efeitos colaterais dos possíveis produtos transgênicos em incidências de modificações moleculares, do próprio dna e cânceres.
De fato existe o debate instalado, existe a fome que precisa urgentemente ser erradicada da face da terra, assim como a miséria, que não fazem o mínimo sentido, mas dar de comer e causar doenças igualmente não é justo.
As ciências agrícolas têm todo o direito de achar a solução do problema da fome, mas precisa urgentemente não somente pesquisar mas além disto ter o ponto de vista que não limita o debate nem o uso dos produtos. E, sobretudo, que além da erradicação da forme  garantam saúde física e mental à população.
Não sou contra nada, mas sou a favor de resolver dilemas científicos, daí que, o campo  visual instalado, pelo instrumentos óticos ainda existentes resta claro que está limitando o debate científico sobre questão tão premente para os destinos da humanidade, com a erradicação da forme e da miséria, as indústrias bélicas terão que buscar outros meios de produzir inventos necessários à segurança de população sem ter que provocar guerras somente para poder dar garantias de vendas de seus produtos, o debate das guerras somente faz sentido quando a indecência toma conta da administração em desfavor das populações, depois de esgotadas todas, mas todas mesmo as soluções pacíficas, e, com fome e miséria, não há como evitar guerras, daí que eliminar a fome deve ser a primeira meta do mundo, antes de qualquer outras, porque dá fome todos somos culpados, sem exceção.



Ps16. Em 11 de janeiro de 2017

CONTROLE DA DISPERSÃO DAS ONDAS DE LUZ EM AMBIENTE ABERTO POR MODULAÇÃO DE EMISSÃO NÃO POR CONROLE EXTERNO DOS LIMITES

Dois são os enfoques para estabelecer a modulação das ondas de luz, o originário e o destino, o ponto limite em fechos de luz, a propagação de luz se dá em forma de ondas não uniformes de modo que seu controle parece impossível, mas como se trata de ondas o limite de sua propagação sensível pode ser limitada, como irradiar de seu limite o retorno da informação via emissão de sinal, como ocorre nos efeitos de ecos, mas com graduação incluindo emissão de dados via ondas de luz, recebendo retorno das informações com limites que não são os acústicos mas de controle de expansão, a resposta está no intermitência do sinal, ou seja, sua manutenção ao ponto limite, criando a sensação do eco sem o objeto acústico de retorno da onda luz como se fosse a onda sonora.

Hoje dei de cara com uma porta de vidro, de modo que acabei encontrando quase por acaso o modo de ilustrar o que proponho na onda de propagação ser portadora da onda de retorno, em primeiro lugar, o sinal enviado de comando tridimensional de dados já deve portar na emissão sua tarefa de envio e conteúdo de retorno com a curva que faz quando bate na parede transparente de vidro, ou seja, a série de comandos de retorno são resultado da forma com que age no ponto limite, desta forma gerando no ponto de saída o que se define na onda luminosa quais respostas poderá receber.

No nosso cérebro, o que ocorre é muito semelhante porque o que irradiamos em contato com o meio vem de sensações geradas pelo cérebro, e, quando temos o contato com o meio a resposta vem para o padrão de respostas aceitas pelo próprio cérebro, deste modo, fica patente que a onda de envio já continha as possíveis respostas e o modo como agir diante destas respostas, não sendo diferente no controle dos limites das ondas de luz.

Portanto fica claro como as ondas vão agir, quais informação e comandos eletrônicos incrementados aos pulsos luminosos serão como que carregados, de que forma este bagagem informativa vai levar informações, resta porém saber como carrega-las de informações e como estabelecer o limite do tamanho da onda para o retorno e sua resposta...


Ps17. 12 de janeiro de 2017.


Com o experimento de secção de fibra ótica com continuidade de transmissão de dados e análise do coeficiente de perdas em relação á distância entre as pontas, com solução de continuidade de transmissão de dados, temos que apesar da distância que ainda é possível a transmissão e recebimento de dados ser mínima, mas com a secção, nesta curto espaço é possível realizar a continuidade de transmissão de dados, e, o feixe de luz que existe entre as pontas acaba sendo irrelevante, de modo que, a potencialização de ambos, por instrumento adequado e miniaturizado é que vai dar a sequência do projeto, não se trata de expansão de luz, mas correta concentração para transmissão de luz e dados;


No experimento disponível dentre outros no youtube em português no link:



tem-se que a luz é modulável, sua modulação para além da estrutura do cabeamento ótico, como na água, exige estrutura molecular mais densa, como o ambiente desejado não contém esta densidade, o ar, o que se objetiva compensar é na transformação das ondas em potência, para ganho de força no eixo central, em razão das perdas das ondas por sua natural dispersão em espaço aberto.

Deste modo, ondas de luz são moduláveis, o que se passa a ter em mente é o modo como repassarão dados...

Ps. 18 em 13 de janeiro de 2017
A questão que mais importa para a realização da potência de emissões de luz é o momento final e sua potencialização, se penarmos na teoria dos vasos comunicantes e a ocorrência de trombos que limitam o vazão de fluidos, mas com o rompimento potencializam o esguicho, fato físico a ocorrer nos demais meios de envio de informações e correntes, temos que saber potencializar e direcionar a saída, para na contenção haver a formação da imagem holográfica da pessoa sem necessidade de espelhos, para o fim desta imagem receber e transmitir dados de modo que imagens possam se comunicar e transmitir e receber comandos, ontem foi realizado estudo que não vou nem me dar ao trabalho de retransmitir porque não acredito em extinção de postos de trabalho, mas de novos postos por ocasião do desenvolvimento...
Ps. 19 inicio fase de laboratório, ...
PS. 20 PREVISÃO DE PRIMEIRAS NOTÍCIAS EM 06 MESES, CONCLUSIVAS, DEPOIS, APOS DIREITOS AUTORAIS GARANTIDOS




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